23 de abril de 2021
Nunca, como hoje, foi tão necessário concretizar a Regionalização
16 de dezembro de 2020
Apesar do ultra-centralismo, Hospital de Santo António, no Porto, é o melhor hospital pelo sexto ano consecutivo
2 de outubro de 2020
Os Arouquenses e as instituições de Arouca deviam estar sempre atentos ao Orçamento Anual do Estado...
2 de agosto de 2020
45,1 mil milhões de euros da U.E. - nos próximos três anos, mais do que nunca, o Norte e os Nortenhos têm que se unir...
A partir
de 2021, Portugal começará a receber, da União Europeia, em parte a fundo perdido, cerca
de 45,1 mil milhões euros, com um prazo de três anos para o aplicar.
Mais do
que nunca (para que o rapto do ultra-parasitismo de Lisboa e arredores não se repita, em relação à sua habitual captação ultra-centralista de fundos europeus) é necessário que as instituições da Região
Norte e os cidadãos da Região Norte (onde Arouca se insere e se enquadra, desde que Portugal é Portugal) se
unam, como nunca, na aplicação concreta, legítima, legal e merecida de uma grande parte da totalidade desses
fundos no território da Região Norte e nos vários tipos de instituições nortenhas.
A Região Norte, que tem muita coerência identitária, é, em Portugal, a região mais populosa, a mais industrializada, a única que exporta mais do que importa, a mais laboriosa, a que mais produz e a que mais contribui para o PIB, entre outros muitos e variados aspectos positivos, etc. etc., mas, por paradoxo, continua, em termos estatísticos, ao contrário do que acontecia no passado, a ser a mais pobre de Portugal!!! Isto porque as estatísticas (que encobrem processos com frequência e revelam, sobretudo, quantidades, mas não revelam as qualidades e as idiossincrasias, que também são elementos de várias espécies de capital) encobrem os grandes problemas e as grandes injustiças que estão na origem desta situação nacional lamentável do Estado português: que é o modo ultra-centralista como funciona o Estado português há bastante tempo, a partir de Lisboa e arredores. E o ultra-centralismo ultra-parasita de Lisboa e arredores, para mal de todos os Portugueses, infelizmente, radicalizou-se nas últimas décadas. Isto aliado ao facto da maioritariamente sub-urbana Lisboa ser, como sempre foi, uma péssima capital de Portugal.
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| A partir de 2021, Portugal vai receber, da U.E., 45,1 mil milhões de euros para aplicar durante 3 anos |
É tempo de acabar, de vez, com essa grande injustiça gritante. A Região Norte tem, por essa razão, direito a uma grande parte da totalidade desses fundos europeus, uma vez que é, na realidade, como sempre foi, «o verdadeiro motor económico de Portugal», para que, assim, melhor se efective a tradicional dinâmica endógena do Norte e dos Nortenhos. Para que seja gerada mais riqueza aqui no Norte, mas para ser aplicada aqui no Norte e não em Lisboa e arredores. Para isso, o processo de Regionalização de Portugal tem também de se concretizar, com muita urgência, nos próximos anos, para bem de todos os Portugueses, no contexto da União Europeia e das suas euro-regiões.
Portanto, repito, é necessário que as instituições da Região Norte e os cidadãos da Região Norte (onde Arouca se insere e se enquadra) se unam, mais do que nunca, nos próximos três anos da aplicação desses fundos, provenientes da União Europeia, a que, legitimamente, têm direito.
Ler, por favor, estes artigos: 1) e 2) e 3)
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Pelos vistos, como revelam algumas notícias de ontem (4/8/2020), o actual Governo ultra-centralista (se se não fizer nada, com urgência, para contrariar esta situação muito preocupante) prepara-se para, mais uma vez, praticar o rapto ultra-centralista de fundos europeus, ao pretender canalizar esses fundos, maioritariamente, para Lisboa e arredores, num acto muitíssimo injusto e que parece ser ilegal!!!
É escandaloso!!! Ler, por favor, estes artigos, a esse propósito: A) e B)
ESTA SITUAÇÃO MUITÍSSIMO INJUSTA NÃO PODE CONTINUAR MAIS ASSIM: A REGIONALIZAÇÃO DE PORTUGAL TEM QUE SER MESMO CONCRETIZADA, O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, PARA BEM DE PORTUGAL COMO UM TODO E PARA BEM DE TODOS OS PORTUGUESES:
"Os problemas das regiões têm de ser tratados e resolvidos por quem nelas vive, precisamos de meios e decisores de proximidade, que respondam perante as pessoas, que sejam democraticamente eleitos através de sufrágio universal. Os custos da regionalização serão um investimento nas pessoas que nelas vivem. Os argumentos patéticos de que com a regionalização se estariam a criar novos lugares políticos e mais “tachos” é uma imbecilidade, pois esses lugares existem há muito numa administração concentrada e que não responde perante os cidadãos. Elegermos os decisores regionais (e sermos eleitos) é uma responsabilidade cívica e um direito democrático de todos."
21 de fevereiro de 2020
A Regionalização é mesmo uma reforma estrutural MUITO URGENTE em Portugal: -a propósito de algumas afirmações irresponsáveis e irracionais do deputado André Ventura
O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática. A Constituição deve ser sempre norteada pelo sistema axiológico axiomático absoluto dos valores morais noaítas da Torá Sagrada do Criador Absoluto, Infinito e Perfeito dos Céus e da Terra, Bendito Seja O Seu Nome Sagrado. As revisões da Constituição devem sempre ser para a Constituição estar em conformidade com esse sistema axiológico absoluto de origem divina e que se reporta e que se refere à estrutura ontológica e orgânica dos seres humanos.
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| Gravura: blogue 'Regionalização' |
28 de janeiro de 2020
Verba para passes na AM de Lisboa é superior em 80% à da AM do Porto (área metropolitana e NUTS III onde o concelho de Arouca pertence e se insere)!...
Esta GRANDE INJUSTIÇA do ultra-centralismo ultra-parasita de Lisboa e arredores (sobretudo em relação à Região Norte) não pode mesmo mais continuar. É UMA GRANDE INJUSTIÇA. Como refere o editor-executivo do JN: "A Região Norte foi responsável pela diminuição, em quase 50%, do desemprego do país, desde o pico da crise, dando um contributo decisivo para alavancar a economia. Mas na hora de o Poder Central distribuir riqueza, outras latitudes são privilegiadas. E, assim, a regionalização começa, cada vez mais, a fazer sentido."
15 de novembro de 2019
Na verdade, as pessoas vivem na Região Norte...
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| A Região Norte, que tem cerca de 3 690 610 habitantes, é a região (NUTS II) mais populosa do Estado português. Gravura: ContraMapa |
Mas, retomando o assunto inicial, para ser mais preciso, na realidade, ao contrário do que quer fazer crer a ministra, as pessoas vivem em todas as cinco regiões do Portugal continental e nas duas regiões do Portugal insular. As pessoas não vivem apenas em Lisboa. Se a Área Metropolitana de Lisboa tem cerca de 2 812 678 habitantes, não considerando, agora, as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, o restante território de Portugal Continental (Região Norte, Região Centro, Alentejo e Algarve) tem cerca de 7 228 292 habitantes. Tem muitíssimo mais população que a Área Metropolitana de Lisboa. Definitivamente, em Portugal, as pessoas não vivem, mesmo nada, apenas em Lisboa...
Para se resolver esse GRANDE PROBLEMA do ultra-centralismo de Lisboa e arredores (onde muitos e muitos Portugueses, infelizmente, continuam a ser forçados a residir ou a deslocar-se por razões sócio-económicas e que ultra-parasita, sobretudo, a Região Norte, numa atitude autista, auto-referente e, injustificadamente, petulante) é necessário concretizar, portanto, impreterivelmente, uma das reformas mais necessárias e mais urgentes, consagradas pela Constituição da República Portuguesa, que, pelos vistos, este novo Governo, por paradoxo e de modo muito irresponsável, parece estar a esquecer (!!!!), que é o processo de Regionalização do território do Portugal continental nas cinco regiões identitárias e administrativas, para bem de todo o Portugal e de todos os Portugueses. Não apenas o processo de Descentralização...
E o actual Governo de Portugal, que foi eleito por Portugueses de todas as localidades de Portugal, é um Governo para todo o Portugal e para todos os Portugueses e não apenas para os que vivem em Lisboa e arredores.
5 de outubro de 2019
OS ARGUMENTOS VERDADEIROS DE RUI RIO...
Este GRANDE PROBLEMA não se resolve, como é óbvio, com a dita 'Descentralização' que foi anunciada pelo Governo cessante, que nada resolveu nem irá resolver, na prática. Só se resolve, sim, repito, com a Regionalização, prevista e outorgada pela Constituição da República Portuguesa. A Regionalização não vai aumentar, de modo algum, a despesa pública nem aumentar cargos burocráticos parasitários. A Regionalização vai, sim, diminuir a despesa pública e inverter os vícios de há séculos dos cargos burocráticos parasitários que se concentram e aumentam em Lisboa e arredores, etc...
As Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira funcionam bem há muitíssimo tempo. Como é óbvio, as futuras Cinco Regiões de Portugal Continental, que são análogas às dos Açores e da Madeira, irão também funcionar bem e para bem de todos os Portugueses...
2 de abril de 2019
43,4% dos Portugueses votariam a favor da Regionalização - estudo da Empresa Eurosondagem para o Porto Canal
Surpreendentemente, de modo paradoxal, o actual presidente do PSD e líder da oposição, o portuense Rui Rio, que foi das vozes políticas e institucionais que, no passado, mais se insurgiu, de modo correcto e pertinente, contra o ultra-centralismo de Lisboa e arredores, aligeirou esse seu antigo discurso sobre o assunto, referindo que, nesta altura, não faz grande sentido falar sobre a Regionalização: "Assinámos [o PSD] com o Governo, vai fazer um ano, um acordo que tem em vista a descentralização. Um dos pilares [da transferência de competências] do Estado para as câmaras está a ser executado. Mal, mas está".
Um estudo recente, realizado pela Empresa Eurosondagem para o Porto Canal, mostra que 43,4% dos Portugueses votariam a favor da Regionalização e reagem, fortemente, contra o centralismo. É muito significativo. O processo de Regionalização, previsto e consagrado na Constituição da República Portuguesa, é uma das reformas estruturais mais urgentes para bem do País como um todo. Não se deve apenas descentralizar suavemente, mas sim, antes de tudo, regionalizar e, depois, descentralizar, em termos reais, de modo dinâmico e constante. Os países mais avançados, ricos e desenvolvidos da União Europeia têm governos regionais. O centralismo é um indicador de 'terceiro-mundismo' e de atraso, enquanto que a regionalização e a concomitante descentralização real é um indicador de desenvolvimento e avanço. Em Portugal, a experiência das regiões autónomas dos Açores e da Madeira revela que as regiões funcionam relativamente bem.
Para além disso, um dos problemas estruturais do Estado português é o facto da sua actual capital e o seu Poder Central (em Lisboa e arredores, situada na Estremadura e na região saloia) estarem localizados num território onde não surgiu a nação de Portugal. A capital de Portugal, portanto, não se localiza, há vários séculos, no território certo e apropriado, visto que, na realidade, a nação de Portugal nasceu no Entre-Douro-e-Minho, de onde também se construiu, em termos estruturais, o antigo Império Português. A capital de um Estado deve ser sempre onde surgiu a sua idiossincrasia identitária: no seu 'core' identitário nacional. A capital de Portugal deveria ser no território do Entre-Douro-e-Minho: ou em Guimarães ou no Porto, que é o seu território berço e que é onde se encontra, desde que Portugal é Portugal, o seu 'core' identitário e idiossincrásico.
5 de março de 2019
Clarificação adicional a propósito das cinco regiões...
Não seria nada bom, para Portugal, fazer mais divisões, no processo de Regionalização, porque, por exemplo, caso sub-dividissem a Região Norte, isso faria com que Lisboa e Vale do Tejo passasse a ser a região mais populosa e radicalizaria o ultra-centralismo de Lisboa e arredores, etc. Desse modo, a Regionalização seria, logo, um fracasso, desde o seu início. A capital de Portugal deveria ser ou em Guimarães ou no Porto.
4 de março de 2019
Regionalização: o caminho certo é o das cinco regiões...
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O mapa das cinco regiões de Portugal, dos mapas foram apresentados e propostos,
é a melhor divisão territorial para a Regionalização
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Se os distritos se mantiverem, aquilo que, como é óbvio, tem de acontecer é Arouca passar, inevitavelmente, para o distrito protagonizado pela cidade do Porto.








