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11 de novembro de 2021

Prevê-se que a 2ª fase da variante à EN326 esteja concluída em Novembro de 2022

As 'Infraestruturas de Portugal' informam que " Está em curso a empreitada na EN326 – Santa Maria da Feira (A32/IC2)/Escariz, levada a cabo pelo consórcio Ferrovial/ACA Grupo, que estabelecerá a ligação entre a A32/IC2, inserida na Concessão Douro Litoral, no atual Nó de Pigeiros, e o troço já construído da EN326 entre Mansores e Arouca. Esta obra, com uma extensão aproximada de 7 km, permitirá uma ligação mais direta, rápida e segura de Arouca à A32, melhorando a mobilidade das populações residentes naquela região. Em termos de interligação com a rede rodoviária existente, foram previstas duas importantes ligações: - Ligação à rotunda do Nó com a A32 (Nó de Pigeiros), no início do traçado; - Rotunda de Escariz, que permite o acesso à Zona Empresarial de Escariz. A empreitada engloba a construção de cinco obras de arte especiais – quatro Viadutos e uma Ponte. O investimento é de 31,5 milhões de euros. Prevê-se que os trabalhos estejam finalizados em Novembro de 2022. "

Fotos: Infraestruturas de Portugal

18 de março de 2021

O Plano de Recuperação e Resiliência e a conclusão da 3.ª fase da Variante à EN326 de Arouca

Com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), parece mesmo ser a GRANDE OPORTUNIDADE para, no futuro próximo, se concluir a terceira fase da variante à EN326 de Arouca, entre a localidade da Abelheira (Escariz) e a Ponte da Cela / Ribeira (Tropêço)...Portugal, nos próximos anos, vai receber mesmo muito dinheiro de fundos europeus...
Segundo informa a imprensa arouquense, relativamente à presente 2.ª fase"a empreitada de ligação do Parque de Negócios de Escariz à A32 prossegue a bom ritmo. Neste momento, decorrem obras de arte corrente, obras de arte especiais, obras de contenção, bem como trabalhos de drenagem, terraplanagens e levantamentos arqueológicos. Prevê-se que até final do mês de março, se construam os pilares dos diferentes viadutos", referindo que "o Executivo Municipal já sinalizou junto do Governo a imperiosa necessidade de este (o PRR) contemplar a 3.ª fase da variante".
Portanto, mais do que nunca e em ano de eleições autárquicas, as instituições de Arouca e os Arouquenses têm que se fazer ouvir e reivindicar aquilo a que, há muito tempo, têm, impreterivelmente, direito: a conclusão da Variante à EN326. Sobretudo essa 3.ª fase, o mais rápido possível, que é mesmo urgente e que vai tornar muito mais rápido e muito mais funcional a tradicional, enraízada, empática e muita antiga mobilidade dos Arouquenses para o território do Porto e do denominado Grande Porto, no actual contexto da Área Metropolitana do Porto.
obras na actual 2ªfase da Variante à EN326 de Arouca
foto: jornal Discurso Directo

E há muito boas notícias para a «nossa área metropolitana», com a expansão, nos próximos anos, das linhas do Metro do Porto e com a construção de uma nova ponte sobre o rio Douro para o Metro do Porto, com uma componente de ciclovia e com uma componente pedonal. 
Contudo, como descreveu o chefe de redacção do JN, "não se celebre, ainda, o fim do centralismo. Feitas as contas ao investimento nos transportes para as duas grandes áreas metropolitanas, Lisboa receberá quase o dobro (2300 milhões) do Porto (1350 milhões). Há coisas que nunca mudam. Nem a tiro de bazuca." Ou seja, este ano (mais uma vez num muitíssimo injusto acto do ultra-pernicioso ultra-centralismo ultra-parasita lisboeta do Orçamento do Estado e do Poder Central lisboeta), na área dos transportes, a Área Metropolitana de Lisboa recebe mais 950 milhões de euros do que a Área Metropolitana do Porto. 
Bastava a aplicação desse dinheiro adicional de 950 milhões de euros da Área Metropolitana de Lisboa em relação à Área Metropolitana do Porto para que o Metro do Porto chegasse até Arouca, numa linha que continuaria a de Vila Nova de Gaia, pelo «Fundo do Concelho», até à Vila de Arouca, traçada, de modo estratégico, no território, pelas localidades mais centrais desse percurso. E, depois, noutro percurso, com aplicação de mais fundos, partiria da Vila de Arouca para Vale de Cambra, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Santa Maria da Feira, Espinho e, de novo, Vila Nova de Gaia e Porto. Ou vice-versa, na ordem cronológica da construção dessas duas linhas do Metro do Porto.
Repito o que escrevi neste blogue: a Área Metropolitana do Porto e os seus habitantes bem merecem que isso se concretize, pois está-se, aqui, a descrever alguns dos municípios mais industrializados e que mais produzem, sendo dos mais dinâmicos, em termos económicos, de todo o país e que mais contribuem para o Orçamento do Estado, inseridos na Região Norte, que é a região mais populosa de Portugal, a que mais produz, a mais industrializada, a que mais contribui para o PIB e a que mais exporta, entre outros e variados bons e benévolos aspectos... Portanto, é necessário que se inverta mesmo, de vez, o ultra-centralismo e o ultra-parasitismo lisboeta do Orçamento do Estado, bem como o ultra-centralismo e o ultra-parasitismo lisboeta de captação dos fundos europeus e da sua aplicação ultra-centralista em Lisboa e arredores. Se o Metro de Lisboa se expande com pujança, porque é que o Metro do Porto não se há-de expandir também?!...Visto que o Metro do Porto é mesmo muito necessário para os municípios industrializados das partes centro-sul e sul da Área Metropolitana do Porto.
O Metro do Porto em Arouca não é uma situação utópica, irrealista ou não concretizável...Se o Metro do Porto, hoje, chega até à Póvoa de Varzim, porque é que não poderia chegar até Arouca?!...Poderia, perfeitamente, chegar a Arouca. E bastavam apenas aqueles referidos 950 milhões de euros deste ano para isso se concretizar. O custo médio de construção do Metro do Porto é de 16 milhões de euros por Km. 950 milhões correspondem a cerca de 60Km.

2 de outubro de 2020

Os Arouquenses e as instituições de Arouca deviam estar sempre atentos ao Orçamento Anual do Estado...

A 12 de Outubro, o Orçamento chegará à Assembleia da República. Os Arouquenses e as instituições de Arouca deviam estar sempre atentos ao Orçamento Anual do Estado...E, facilmente, chegavam à conclusão que era perfeitamente possível, no futuro imediato, haver, logo, fundos para construir a 3ª e a 4ª etapas da Variante à EN326 de Arouca...
Infelizmente, o Orçamento do Estado Português (que costuma ser ultra-centralista e de ter falhas de transparência) é elaborado, discutido e aprovado a cerca de 318 Km da Vila de Arouca, de um modo muito pouco ético e que não é próprio de países avançados de Primeiro Mundo, como descreve o Professor Paulo de Morais, presidente da 'Frente Cívica':
não há uma coerência, entre o que está no Orçamento e o discurso público. Porque, muitas vezes, fala-se num conjunto de números no discurso público, e depois, no Orçamento, os números que aparecem são outros. Aliás, é uma angústia que sempre tenho! O Orçamento aparece com um Relatório que tem trezentas e tal páginas -deve haver vinte ou trinta pessoas em Portugal que lê aquilo, e eu sou uma delas. O que é facto é que, entre aquilo que se discute, e que aquilo que, efetivamente, se resolve no Orçamento, não há coerência, porque quem domina a comunicação, na apresentação do Orçamento, é o ministro das Finanças. É normal que, quando o ministro apresenta o Orçamento, tente enfatizar o que é positivo e esconder o que é menos bom. Eu isso ainda percebo. O que não percebo é que temos um Orçamento de oitenta mil milhões e, normalmente, a discussão é sobre os pormenores e detalhes. Um Orçamento de oitenta mil milhões é discutido no Parlamento pelos vinte milhões, 10 milhões, ou seja, a discussão do Orçamento, no Parlamento, fala apenas de seis por cento do valor do Orçamento, e tem a ver mais com questões fiscais do que orçamentais, isto, quando, por exemplo, a discussão de um orçamento numa empresa é saber qual vai ser a receita e qual vai ser a despesa.
foto: Assembleia da República Portuguesa

Este tipo de situação habitual muito pouco ética no Orçamento, própria de países de Terceiro Mundo, associada ao ultra-centralismo do Orçamento, tem de acabar de vez. Impede, em grande parte, que um pequeno troço de estrada, em Arouca, em plena Área Metropolitana do Porto, ainda esteja por concluir há décadas, cuja despesa corresponde apenas «a uma migalha» do Orçamento. 
Mais do que nunca, o processo de Regionalização é uma das reformas mais urgentes a ser concretizadas para bem de todos os Portugueses e para bem de todo o Portugal. E é tão assim que, muito recentemente, o Conselho da Europa sugeriu relançar o processo de Regionalização, ao considerar que a Democracia regional, em Portugal, está incompleta, como constatam os relatores de avaliação da implementação da Carta Europeia de Autonomia Local. Se a eleição próxima do presidente das CCDR é um acontecimento positivo (desde que não continue a ser mais um delegado do habitual governo ultra-centralista de Lisboa e arredores), a Regionalização de Portugal e a consequente constituição dos governos regionais são imprescindíveis para o bom funcionamento institucional da própria União Europeia e para a aplicação justa, legal, racional e rigorosa dos fundos europeus.
No caso da Região Norte (da Euro-região 'Galiza-Norte de Portugal'), esse facto é ainda mais óbvio, porque a Galiza, por ter um governo regional eleito, tem mais representação e mais capacidade de reivindicação a nível europeu do que a Região Norte, porque essa participação, na Europa, faz-se em dois pólos: autarquias e regiões. Na União Europeia, no Comité da Regiões, a Galiza tem a defendê-la a Junta da Galiza, enquanto que quem defende os interesses da Região Norte de Portugal são os autarcas, que «estão esmagados» pelo ultra-centralismo ultra-parasita de Lisboa e arredores, com o seu já muito antigo governo ultra-centralista.
A Regionalização de Portugal é, portanto, muito urgente e impreterível para o próprio bom funcionamento das instituições europeias, numa altura em que vão ser aplicados, em Portugal, nos próximos anos, dezenas de mil milhões de euros de fundos europeus, mas que têm de ser, como é óbvio, aplicados com ética, legalidade, justiça, rigor e racionalidade, de Norte a Sul de Portugal continental, bem como nos Açores e na Madeira. E não apenas em Lisboa e arredores.

Sobre o assunto, ver, por favor, aqui:
Fundos Comunitários e a transparência na sua aplicação

Portugal ao ser um Estado centralista agrava a despesa pública

2 de julho de 2020

A variante à EN326 não tem mãe nem pai, nem é uma «obra-mãe»...

Na realidade, o primeiro troço da variante à EN326 não termina em plena localidade da Ribeira, mas sim na parte mais próxima da Ponte da Cela. Com mais precisão: termina entre a parte de baixo da Ribeira e a Ponte da Cela, que são localidades da freguesia de Tropêço, no concelho de Arouca. Será a partir desse sítio que tem de se construir, com muitíssima urgência, o terceiro troço até à Abelheira, em Escariz. 

Esta estrada já devia estar concluída, de uma só vez, há muitos anos e tem, como é óbvio, de ser uma estrada directa, funcional e eficaz de acesso a Arouca, no contexto da Área Metropolitana do Porto. É uma estrada de Arouca e dos Arouquenses. Não é uma obra que partiu de uma só pessoa em Arouca: não tem mãe nem pai, nem é uma «obra-mãe». É apenas uma estrada, ainda que seja uma estrada muitíssimo relevante para Arouca…

O viaduto de Rôssas é um atentado estético e ambiental imperdoável e irreversível 
Se partiu da acção do Executivo Municipal da altura, o Executivo Municipal é um órgão eleito pelos Arouquenses que representa a vontade colectiva e de cidadania dos Arouquenses e está apenas a cumprir o seu dever e a sua função. Mesmo assim, infelizmente, o Executivo Municipal da altura não o cumpriu como devia, foi irresponsável e ignorante, já que a obra, passadas décadas, ainda não está concluída, para não falar daquele viaduto monstruoso que esventrou o vale de Rôssas e que nunca, mas nunca, deveria ter sido construído. O viaduto de Rôssas é um atentado estético e ambiental imperdoável e irreversível e revela, de facto, infelizmente, a irresponsabilidade e a teimosia ignorante do Executivo Municipal da altura, num acto que foi contestado por milhares de Arouquenses

Ler, por favor:

14 de junho de 2020

O 'hall' de entrada de Arouca...

Tal como refere, com razão, no 'post' anterior, Paulo Teixeira, coordenador e colaborador deste blogue «Defesa de Arouca», o denominado «Fundo do Concelho de Arouca» é, como sempre foi, na realidade, o hall de entrada de Arouca. É um facto, é uma evidência, é uma verdade.
A expressão antiga «Fundo do Concelho» surgiu, em Arouca, no inconsciente colectivo, a partir das populações que residem na sede do concelho (na vila de Arouca) ou no núcleo territorial identitário do concelho, que é o território do vale do Arda e da sua influência. Surge, portanto, dessa percepção, no inconsciente colectivo arouquense, de quem reside na área mais central do concelho, em termos administrativos.
O território do concelho de Arouca localiza-se, quase na sua totalidade, na Bacia e na Região Hidrográfica do Douro. E pertence, com pleno direito, à Área Metropolitana do Porto, que é a porta de entrada estrutural, via terrestre, via aérea, via ferroviária, via marítima e via fluvial de acesso ao território do Arouca Geopark. A cidade do Porto sempre foi o principal espaço urbano de referência para Arouca e para os Arouquenses, em relação à qual mantêm uma forte ligação sócio-económica.

Daqui a uns tempos, a segunda fase da variante à EN326 estará concluída e ligará o nó de Pigeiros da A32 à localidade da Abelheira, em Escariz. E tornará esse hall de entrada de Arouca muito mais rápido e funcional. A partir dessa altura, como é óbvio, as várias instituições de Arouca terão que tornar muito mais visíveis, em termos de eficácia e racionalidade, os acessos e a mobilidade ao concelho de Arouca, numa altura em que a nova Ponte 516 Arouca já estará, provavelmente, a ter muito sucesso nacional e internacional, com a visita em massa de muitos forasteiros aos Passadiços do Paiva e à nova ponte pedonal. Será importante, portanto, publicitar e tornar bem visível esse trajecto mais directo e funcional a partir do hall de entrada de Arouca, quando for concluída a segunda fase da variante à EN326:
É a partir da parte mais a litoral da Área Metropolitana do Porto que, de certeza, acorrerão, ao concelho de Arouca, muitos, muitos e muitos visitantes, para ver a nova Ponte 516 Arouca, que, para além de se deslocarem por estrada, certamente também se deslocarão via aérea (Aeroporto Francisco Sá Carneiro e Aeródromo Municipal da Maia), via ferroviária (Estação Ferroviária de Porto-Campanhã), via marítima (Porto de Leixões e Marina 'Porto-Atlântico') ou via fluvial (Marina 'Douro-Marina' e Marina do Freixo).
Mapa: Área Metropolitana do Porto

9 de junho de 2020

Ainda não há dinheiro para a construção das 3ª e 4ª fases da variante à EN326 de Arouca, mas para… ... ...

Ainda não há dinheiro para a construção da 3ª fase (que ligará a Ponte da Cela a Escariz) e da 4ª fase (que ligará o nó de Pigeiros da A32 ao nó de Santa Maria da Feira da A1) da variante à EN326 de Arouca, em plena Área Metropolitana do Porto, mas houve mais dinheiro para doar (num acto dum governo supostamente de centro-esquerda...e será que é mesmo um governo de centro-esquerda?!!!) mais 850 milhões de euros ao Novo Banco. Banco que está sediado em Lisboa e que é uma expressão do tipo de capitalismo inútil e parasitário de Lisboa e arredores, que o opõe ao capitalismo produtor, laborioso e exportador da Região do Norte de Portugal. No Novo Banco, que surge desse capitalismo inútil de lobbys de Lisboa e arredores (já bem antigos e que sempre andaram à volta do Palácio de São Bento e do Terreiro do Paço), foram injectados, até ao momento, cerca de 7 mil milhões de euros provenientes dos impostos dos Portugueses!!!...Repito: 7 mil milhões de euros provenientes dos contribuintes!!!...
E a Área Metropolitana do Porto e a Região do Norte, onde Arouca se insere e pertence, estão também, no presente, a viver a ameaça da redução dos vôos da TAP a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, que é o aeroporto mais moderno de Portugal, movimentando mais de 12 milhões de passageiros/ano, tendo um hinterland que representa mais de 5 milhões de cidadãos do Norte e Centro do país e boa parte da Galiza, mas que serve, sobretudo, a Região do Norte, que é a região mais populosa, a mais produtora e a mais exportadora de Portugal, etc.etc. O plano de retoma de rotas da TAP prevê o restabelecimento de 55 ligações internacionais em Lisboa, mas apenas quatro no Porto, constatando-se que os passageiros que já tinham viagem marcada estão a ser “transferidos” para Lisboa sem serem consultados!!!...A TAP, cujo capital é maioritariamente do Estado Português, ou seja, dos Portugueses, na prática está a funcionar como uma empresa local de Lisboa e arredores e para Lisboa e arredores e não como uma empresa-instituição nacional do Estado Português, penalizando, fortemente, a sua região mais populosa, mais produtora e mais exportadora, que é a Região do Norte.
Gravura: Transportes em Revista
São apenas dois elementos recentes do ultra-centralismo ultra-parasita de Lisboa e arredores, onde se injectam, descaradamente e de modo injusto, fundos e activos que são gerados e produzidos noutras regiões de Portugal, sobretudo provenientes da Região do Norte.
Mas para concluir um pequeno e muito urgente troço de estrada na Área Metropolitana do Porto (a 3ª e 4ª fases da variante à EN326 de Arouca) ainda não há dinheiro!!!!! Será que não há mesmo dinheiro?!!!!
E esta situação muitíssimo injusta e imoral do ultra-centralismo ultra-parasita de Lisboa e arredores não pode continuar mais assim. Não pode mesmo. A Regionalização de Portugal continental nas cinco regiões identificadas é mesmo uma das reformas estruturais mais urgentes que tem de ser concretizada com lucidez e eficácia, para bem de todo o Portugal e de todos os Portugueses. E este grande problema não se reporta apenas ao facto da existência muito duradoura do sórdido ultra-centralismo ultra-parasita de Lisboa e arredores, mas também ao facto da capital de Portugal não se encontrar no sítio certo e adequado, há séculos: a capital de Portugal devia localizar-se no núcleo identitário do território português, que é, como sempre foi, o Entre-Douro-e-Minho.